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Exclusivo: Elvis, Paralamas e Djavan são os musicais da Turbilhão para 2024

Sinopse

Produtora de Gustavo Nunes, que comemora 15 anos de atividades, adianta seus projetos para o Canal MF, que também incluem peças inéditas, sempre com toque de brasilidade

Por Ubiratan Brasil

Os projetos produzidos pela Turbilhão de Ideias, em seus 15 anos de atividades, trataram de assuntos diversos, mas sempre com um ponto em comum: um detalhe de brasilidade, por menor que fosse. “É algo que importa muito, ter algo da nossa cultura presente”, comenta Gustavo Nunes, diretor e idealizador dos espetáculos. Para se ter uma ideia, basta dar uma espiada na lista de musicais previstos para 2024.

Lá estão trabalhos sobre a vida e a obra de Elvis Presley, Paralamas do Sucesso e Djavan. É a criação musical que une artistas tão díspares, mas todos serão lembrados com aspectos locais. O primeiro, por exemplo, é um projeto antigo do ator e produtor Beto Sargentelli, um dos mais importantes do cenário musical brasileiro. “No repertório, canções mais ouvidas e admiradas pelo público nacional”, comenta o produtor.

O Rei do Rock – O Musical deverá estrear ainda no primeiro semestre de 2024, provavelmente em abril. “Escolhemos esse título para nos afastarmos do inúmeros shows cover e tributos, além de enlatados oportunistas, que usam só o óbvio, ou seja, o nome de Elvis”, comenta Sargentelli, que será o protagonista da história. “Trata-se de uma criação musical e não mais um show.” Outro fator que o aproximou de Nunes foi a disposição em viajar pelo país com o espetáculo.

Nunes sabe da existência de outro musical sobre Elvis Presley e também com estreia prevista também para o primeiro semestre. “Cada um terá seu olhar próprio”, resume.

Arte mostra Berto Sargentelli como Elvis Presley. Visagismo de Marcos Padilha. Foto Gabriel Mor

Outro projeto bem adiantado é Vital – O Musical dos Paralamas, idealizado por Nunes e Marcelo Pires, escritor e diretor da Ideia da Silva. “O contrato com a banda já foi assinado e o espetáculo vai mostrar a evolução do grupo em seus 40 anos, que coincidem também com a mudança do rock brasileiro”, conta Nunes, que convidou Patrícia Andrade para escrever o roteiro. Além dos músicos, haverá ainda um destaque para o empresário José Fortes, considerado um quarto integrante da banda.

Não faltarão momentos dramáticos como o acidente sofrido por Herbert Viana em 2001, quando sofreu traumatismo craniano em decorrência de um acidente enquanto pilotava um ultraleve, no litoral sul do Rio de Janeiro. Ele estava acompanhado da mulher, Lucy, que morreu no local. Foram 44 dias de internação. Herbert ficou paraplégico e perdeu parte da memória.

Djavan e Cássia Eller nos planos

Também está oficialmente autorizado o projeto Djavan – O Musical. “A proposta é contar a biografia de Djavan, desde o início de sua carreira, mostrando seus momentos criativos, sua trajetória pessoal e profissional”, adianta Gustavo. Audições nacionais serão feitas para selecionar o ator que irá interpretar o artista. Na direção musical, estarão João Viana, filho de Djavan, e Fernando Nunes (baixista, codiretor musical de Cássia Eller – O Musical).

Por falar em Cássia Eller, cantora que morreu tragicamente de infarto seguido de paradas cardíacas, em dezembro de 2001, quando acabara de completar 39 anos, Gustavo Nunes anuncia Cássia Reggae – Um Canto de Liberdade, inspirado nos três álbuns já lançados com releituras de seus sucessos em ritmo de reggae. A ideia surgiu em 2020 e o roteiro vem sendo finalizado e deverá contar com versões cantadas por Gilberto Gil, Skank e outros.

Além de musicais, a Turbilhão continuará investindo também em peças não cantadas – e uma delas será Quatro Amores e Uma Esperança, texto inédito do escritor e jornalista Edney Silvestre sobre casais homoafetivos que decidem enfrentar barreiras para ter seus filhos. Os atores Maria Padilha e Hugo Bonemer já estão envolvidos no projeto.

E também a peça A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver, baseada na obra homônima de Ana Claudia Quintana Arantes. “É um delicado e honesto estudo sobre cuidados paliativos para quem está no final da vida”, observa Nunes.

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Ficha Técnica

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Serviço

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