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SEDE

Sinopse

Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e Bradesco Seguros

 apresentam

 Felipe de Carolis, Luna Martinelli e Marcelo Várzea

em

 SEDE

De Wajdi Mouawad

Direção Geral Zé Henrique de Paula

Estreia dia 22 de outubro no Teatro Tucarena

 

Fascinante texto do mundialmente premiado autor Wajdi Mouawad fala sobre amor, família, direito à liberdade de expressão,

o sentido da vida, educação, a inquietação em relação ao futuro e a sede de viver

Inédita no Brasil, Sede é a terceira peça do autor libanês-canadense Wajdi Mouawad montada pelo ator Felipe de Carolis. Suas outras incursões no universo do premiado autor foram duas montagens de sucesso que percorreram mais de 20 cidades em turnê: Incêndios, que ficou 4 anos em cartaz, e Céus, que esteve em cartaz durante 3 anos, ambas dirigidas por Aderbal Freire-Filho. Felipe tem muita convicção na universalidade do teatro de Wadji, após experiência de quase 9 anos com seus textos e agora se associa às produtoras Selma Morente e Célia Forte para realizar Sede, em uma montagem de Zé Henrique de Paula. A produção é apresentada pela Secretaria da Cultura e pela Bradesco Seguros.

A peça conta com humor a história de três personagens, interpretados por Felipe de Carolis, Luna Martinelli e Marcelo Várzea, em busca da representatividade de suas identidades. O texto do autor contemporâneo mais premiado da atualidade narra a jornada de pessoas com sede de viver e de provar, através de suas inquietações pessoais e artísticas, que a educação pode salvar vidas. Sede é uma crítica subjacente ao nosso modo de vida: ao neoliberalismo, ao capitalismo agressivo, mesquinho e predatório da nossa sociedade. Modo de vida esse que é capaz de separar pessoas que se amam e alimentar uma geração cada vez mais ansiosa e com o maior número de depressão entre jovens insatisfeitos de todos os tempos.

Wajdi Mouawad apresenta um conjunto de obra muito coeso com temas recorrentes como origem, ancestralidade e a presença determinante do passado na vida das pessoas. A estrutura de seu texto é enigmática e misteriosa, quase um quebra cabeças, e existe uma razão para esse formato, pois a peça é cheia de imagens e metáforas. Sede também promove uma discussão sobre a importância da arte e da beleza em nossas vidas. “Não a beleza no sentido mesquinho, mas ela como experiência estética de primeira grandeza e experiência estética renovadora e revitalizante pras nossas almas”, conta o diretor Zé Henrique de Paula.

Trata-se de um texto universal, com temas que dizem muito a nosso respeito, mesmo sendo ele um autor franco-libanês radicado no Canadá. “São grandes quantidades de questões e elementos que se comunicam com a plateia brasileira e é muito importante falar de tudo o que ele fala”, afirma Zé Henrique assegurando que a tradução do texto é muito fiel e criteriosa, respeitando tanto a estrutura e o vocabulário, quanto a ideia central do autor. “Não mexi no texto. É brilhante, poético, sofisticado. Não me sinto no direito de modificar nada”, pondera o diretor.

Ao misturar realidade, ficção, humor, músicas e drama, Sede é uma peça contundente, emocionante e que põe em cheque radicalismos ao proporcionar, através de sua narrativa, a certeza de que o futuro das nações está nas mãos da educação, respeito às diferenças e cultura de cada país. Com esse texto podemos voltar a ouvir a palavra singular, lúcida e engajada de Wajdi Mouawad.

SOBRE O AUTOR WAJDI MOUAWAD NASCEU NO LIBANO EM 1968. AOS 10 ANOS, DEIXOU SEU PAIS NATAL DEVASTADO PELA GUERRA E PARTIU PARA PARIS COM A FAMILIA. EM 1983, SE MUDOU PARA O CANADA (MONTREAL). EM 1991, LOGO DEPOIS DE SE FORMAR NA ESCOLA DE TEATRO NACIONAL, EMBARCOU EM UMA CARREI- RA POLIVALENTE COMO ATOR, ESCRITOR, DIRETOR E PRODUTOR. EM 1998, SUA CRIACAO PROTAGORAS TRANCADA NO BANHEIRO É ESCOLHIDA COMO A MELHOR PRODUÇÃO DE MONTREAL PELA ASSOCIAÇÃO DE CRITICOS DE TEATRO QUEBEC. DE 1990 A 1999, CO-DIRIGE A COMPANHIA DE TEATRO O SPEAKER. AO MESMO TEMPO, ESCREVE LITORAL, ANTERIOR A INCÊNDIOS, QUE UNIDAS A OUTRAS DUAS PECAS FORMAM A TETRALOGIA DENOMINADA POR ELE COMO ‘SANGUE DAS PROMESSAS’. O ESPETACULO LITORAL RENDEU-LHE RECONHECIMENTO E DOIS IMPORTANTES PREMIOS: PREMIO LITERARIO GOVERNOR GENERAL’S LITERARY AWARD DE MELHOR TEXTO TEATRAL EM 2000 E O CHEVALIER DE L’ORDRE NATIONAL DES ARTS ET DES LETTRES, NA FRANCA, EM 2002. CEUS (2009) É O ÚLTIMO TEXTO DO PROJETO. SUAS PECAS FORAM TRADUZIDAS EM MAIS DE QUINZE IDIOMAS E APRESENTADAS EM VARIOS PAISES, INCLUINDO A GRA-BRETANHA, ALEMANHA, ITÁLIA, ESPANHA, JAPÃO, MÉXICO, AUSTRÁLIA E ESTADOS UNIDOS. O TEXTO INCÊNDIOS FOI ADAPTADO PARA O CINEMA E DIRIGIDO PELO CANADENSE DENIS VILLENEUVE, TENDO SIDO INDICADO AO OSCAR DE MELHOR FILME ESTRANGEIRO.

 

SOBRE O CIRCUITO CULTURAL BRADESCO SEGUROS Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.

Dentre as recentes atrações, destacam-se os musicais “Bibi – Uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderella”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Conserto para Dois”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais” e a exposição “Mickey 90 Anos”.

Para conhecer o calendário 2020 do Circuito Cultural Bradesco Seguros, acesse www.bradescoseguros.com.br e clique na opção Circuito Cultural.

 

 

 

Link para compra: https://bileto.sympla.com.br/event/64210/d/80779/s/420979

Ficha Técnica

Ficha Técnica

De Wajdi Mouawad

Com a colaboração de Benoit Vermeulen

Tradução de Angela Leite Lopes

Direção Geral Zé Henrique de Paula

Idealização Felipe de Carolis E_Merge

Composição Original Fernanda Maia

Direção Musical Jonatan Harold

Colaborador Cênico Júnior Docini

Elenco

Marcelo Várzea – Boon

Felipe de Carolis -Murdoch

Luna Martinelli – Noruega

Músico

Jonatan Harold– piano

Cenografia Bruno Anselmo

Figurino Zé Henrique de Paula

Desenho de Luz Fran Barros

Desenho de som João Baracho

Direção Audiovisual/ Mapping Laerte Késsimos

Preparação de atores Inês Aranha

Visagismo Dhiego Durso

Técnico/Montagem VIdeomapping Alexandre Gonzalez

Cenotécnico Fernando Brettas Estúdio

Assistente de Direção Rodrigo Caetano

Assistente de Figurino Paula Martins

Assistente de Produção E_Merge Maria Fernanda Mello

Operador de Luz e Projeção Júnior Docini

Operador de Som e Microfone Valdilho Oliveira

Contrarregra e Camareiro Renatto Valente

Coordenação de Comunicação Beth Gallo

Assessoria de Imprensa Thais Peres- Morente Forte Comunicações

Programação Visual Laerte Késsimos

Fotografia Caio Gallucci

Filmagens e Edições para Web Jady Forte

Produção Executiva Martha Lozano

Coordenação Administrativa Dani Angelotti

Assistência Administrativa Alcení Braz

Administradora Martha Lozano

Uma produção E-Merge / Quadrilha da Arte

Patrocínio Bradesco Seguros

Serviço

SEDE

TEATRO TUCARENA (288 lugares)

Rua Monte Alegre, 1024 (entrada pela Rua Bartira) – Perdizes

 Informações: 3670.8455 / 8454

Bilheteria: de terça a sábado, das 14h às 20h. Domingo das 14h às 19h. Estacionamento conveniado: R$ 18 (Rua Monte Alegre, 835/ mediante apresentação do ingresso do espetáculo). Valet Estapar: R$ 30 (somente sábados e domingos)

Vendas: www.sympla.com.br

Sexta e Sábado às 20h | Domingo às 18h

Ingressos:

Sexta R$ 60 | Sábado e Domingo R$ 70

 Devida as normas de saúde usaremos 75 lugares neste período de pandemia

SESSÕES COM LIBRAS DIAS: 05 e 26 DE NOVEMBRO (SEXTA-FEIRA)

Duração: 100 minutos

Classificação indicativa: 16 anos

Gênero: drama

 Temporada: 22 de outubro até o dia 12 de dezembro

Estreou dia 01 de fevereiro de 2020